segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Bom ano e afins (e enfins...)

Bem, dei-me conta que não actualizo aqui o bloggy faz um bom tempo... Talvez porque tenha andado ocupada, talvez porque não tenha muito que escrever e não ande inspirada, nem motivada para tal. Digamos que até tenho feito coisas interessantes, que me podem enriquecer a nível profissional e pessoal, mas falta-me aquele brilhozinho nos olhos, sabem? Aquela realização pessoal e profissional pela qual ambiciono, agora que já tenho o meu curso tirado (o curso que sempre quis), começo a questionar-me: será mesmo esta a área certa para mim? será que vou mesmo arranjar um emprego/estágio profissional de que goste? será que vou conseguir lidar com esta incerteza e dúvida em que estou desde Julho? Pois bem, quem tiver alguma resposta a dar a qualquer uma destas questões agradecia..

Quanto a 2010, foi um ano complicado, cheio de atribulações, stress, problemas de saúde, meus e da família, mas há duas coisas que correram bem e das quais me orgulho imenso: acabei o curso e, sobretudo, cimentei algumas amizades que estão a ser cada vez mais importantes para mim. Esses são dois grandes pontos positivos deste ano. E também conheci pessoas fixes, vá... :)

Para 2011, desejo um ano bem melhor, um emprego, saúde, amigos (esses sei que tenho sempre), saídas, amor (porque não? e não digo amores...porque basta-me apenas um), viagens, descobertas, realizações, passeios, investir em mim e no meu bem-estar, lazer, felicidade. Basicamente poderia dizer que são estes os meus desejos para 2011, se não for pedir muito, gostaria de realizar apenas alguns. Obrigada se estás a ler isto e se de certa forma podes contribuir para que um deles, pelo menos, se realize.

A vocês, que aturam as minhas resmunguices, o meu mau feitio e o meu coração, sempre cheio de açúcar, um excelente ano, com tudo de bom. Thank u all :) Beijinho*

domingo, 28 de novembro de 2010

That's it!

domingo, 21 de novembro de 2010

Be yourself!

Clareza (com certeza?)

Hoje escrevo-vos para vos falar do que considero importante ao nível da clareza do discurso. Há assuntos sobre os quais devemos ser claros, não permitir certas coisas, dizer o que gostamos, mas há outros em que um pouco menos de clareza faz bem. Exemplificando...No caso de estarmos a falar com amigos nossos, família, pessoas mais próximas, faz sentido sermos claros, para que a relação possa ganhar mais confiança e cumplicidade. No entanto, quando ainda não estamos nesse patamar, há que deixar na dúvida, não dizer tudo, deixar fluir, acontecer (ou não). Acaba por ser uma protecção para nós não sermos tão transparentes, não dizermos tudo. Porque, se o fizermos, corremos o risco de ser renegados, ser afastados, ser despedidos... Pelo que, aprendi ultimamente que um pouco de suspense e mistério é bom. E também não correr atrás, porque, como já disse noutro post aqui no blog "a corda quando é puxada só de um dos lados rebenta, porque do outro lado não há quem a mantenha, quem queira agarrar a corda com tanta força como nós". E é por isso que vou deixar de me preocupar com certos aspectos. Tentar não dar tanto valor, porque só eu é que me importo com isso e eventualmente posso vir a sofrer com isso. Portanto, siga p'ra frente, com mais ou menos clareza, mas com a certeza de que nem sempre se deve ser claro.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Lendo sobre o amor...

Estou a ler um livro muito interesante sobre investigações em torno do amor, na perspectiva da Psicologia e o autor compara o desejo ao fogo, o fascínio ao vento, a intimidade à água e o compromisso à terra. Assim, Paulo Amado, psicólogo clínico escreve: "O fascínio traz as sementes do amor e o desejo providencia a energia para o seu crescimento; o compromisso é a terra onde pode crescer uma relação; a intimidade a água que a alimenta."

Faz sentido, mas quando o vento só sopra de um dos lados, nada podemos fazer para que sopre também na direcção oposta. Como diria a fadista Carminho "Mas cada vez há mais vento..." A ver vamos.

domingo, 24 de outubro de 2010

Incerteza tão certa

Quando sinto esta dúvida que paira não só no ar, mas também aqui dentro, bem pertinho do coração, tenho esta sensação de que tudo numa fracção de segundos pode mudar, para melhor ou para pior. Convém estar atenta, deixar acontecer como tem de acontecer (let it be), porque por mais voltas que demos ou que o mundo dê, nada nem ninguém nos pode garantir que o que mais queremos irá acontecer. O passado traz recordações, tanto as boas como as ditas "slaps in the face", com ambas aprendemos, crescemos e percebemos que também o coração tem as suas regras, os seus limites, certas coisas por que já passou, não admitirá mais. Portanto, somos mais selectivos ao deixar entrar alguém nas nossas vidas e até no nosso coração... Com isto não quero dizer que deixe de viver emoções tão fortes e intensas como até então, simplesmente aprendi a dizer não. Aprendi a estar bem sozinha. Não digo que jamais em tempo algum me irei interessar por alguém, contudo sei que me sinto mais segura e melhor assim, mas há sempre incertezas nesta vida... E nada é tão certo como a certeza de que a vida é incerta.


Descobertas :)

Descobri que adoro estar com pessoas, mas que também não é mau estar sozinha.
Descobri que algumas vezes me sinto insegura, mas quem não sente?
Descobri que posso errar, mas convém aprender com os erros.
Descobri que quero sempre estar bem-disposta, mas nem sempre é possível.
Descobri que gosto de sair, mas também gosto de estar em casa.
Descobri que gosto de pessoas com sentido de humor, que me tratem bem.
Descobri que gosto de conhecer pessoas diferentes...
Descobri que tenho um sexto sentido apurado.
Descobri que gosto de viajar, mas também de voltar.
Descobri que sou saudosista, mas que também vivo o presente (e que não sei o que o futuro pode trazer).
Descobri que costumo ter expectativas altas, mas que tenho de as moderar.
Descobri que gosto de brincar, de picar, de me divertir.
Descobri que gosto de rever velhos amigos, mas também de fazer novos.
Descobri que gosto de ser salva em momentos menos bons (pelo menos conta a intenção).
Descobri que tenho de aproveitar a vida o máximo enquanto cá estou.
Descobri que gosto de dar consultas.
Descobri que gosto de estar com pessoas+novas, mas também+velhas.
Descobri que gosto de teatro, mas não de hipocrisia na vida real.
Descobri que gosto de me sentir confortável, mas que também há experiências que não são tão desconfortáveis como inicialmente pareciam.
Descobri que há pessoas novas na minha vida que quero que nela permaneçam.
Descobri que as surpresas na vida acontecem quando menos esperamos e onde menos esperamos.
Descobri que posso e quero ser feliz.

:)